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Transporte máquina fotográfica avião


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6 respostas a este tópico

IT Partilhar Post #1 xipsilva1

xipsilva1

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Publicado 13 Janeiro 2020 - 22:04

Boas.
Vou fazer uma viagem a Nova York, a dúvida é se consigo levar a minha máquina ou fica retida alfândega


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Partilhar Post #2 Pentaxian

Pentaxian

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Publicado 13 Janeiro 2020 - 22:21

Boas.
Vou fazer uma viagem a Nova York, a dúvida é se consigo levar a minha máquina ou fica retida alfândega

Essa questão não se coloca aqui. Aqui colocam-se fotografias de meios de transporte.

 

Respondendo à questão - Não, não fica!




Partilhar Post #3 jssaraiva

jssaraiva

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Publicado 14 Janeiro 2020 - 13:51

Boas, 

 

Deve ser feita a declaração na alfandega, no próprio terminal do aeroporto. Preenchem na hora um formulário a atestar que esse equipamento saiu de Portugal, o que é necessário no regresso. É um processo simples, leva uns 5 minutos, pode ser algo demorado dependendo se estiver fila. No aeroporto do Porto é no piso das partidas, creio que agora só existe na zona imediatamente após controlo de segurança (antes de descer para a loja, há um pequeno corredor, fica mesmo antes de entrar nesse corredor, tem uma "janela" do lado esquerdo).

 

A entrar nos EUA, não posso dar garantias, já não passo lá há muitos anos Ideal é levar factura, se disponível. 

 

Convém fazer o mesmo para telemóveis e outros equipamentos electrónicos recentes. 

 

JASS




Partilhar Post #4 Emanuel M

Emanuel M

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Publicado 14 Janeiro 2020 - 19:26

Há uns tempos li algo sobre equipamentos que podíamos transportar sem qualquer declaração/registo.

Penso que relógio de pulso, telemóvel pessoal e câmara fotográfica entram no campo de bens essenciais, e não precisam de ser declarados.

 

Agora, se possível, andar sempre com uma cópia do comprovativo de compra/cartão de garantia (eu levo sempre os cartões de garantia dos meus relógios, bem como cópias das facturas da câmara, lentes, tablet e computador. Do telemóvel não, porque é mesmo aquela coisa pessoal que dá para ver perfeitamente se é nosso ou não.

 

Cumps




Partilhar Post #5 jssaraiva

jssaraiva

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    • Local: Porto

Publicado 15 Janeiro 2020 - 18:26

Há uns tempos li algo sobre equipamentos que podíamos transportar sem qualquer declaração/registo.

Penso que relógio de pulso, telemóvel pessoal e câmara fotográfica entram no campo de bens essenciais, e não precisam de ser declarados.

 

Agora, se possível, andar sempre com uma cópia do comprovativo de compra/cartão de garantia (eu levo sempre os cartões de garantia dos meus relógios, bem como cópias das facturas da câmara, lentes, tablet e computador. Do telemóvel não, porque é mesmo aquela coisa pessoal que dá para ver perfeitamente se é nosso ou não.

 

Cumps

 

Olá Emanuel,

 

Não é bem assim, embora essa devesse ser a regra geral, seguindo o bom senso. Em Portugal existe um limite de 600 Eur para o total (eventualmente recentemente actualizado) acima do qual é obrigatório fazer a declaração.

 

Eu posso comprar um iPhone 11 Pro nos EUA (que custa à data, em PT uns 1.250 Eur) e passar tudo para esse equipamento ainda durante a viagem e regressaria como se já fosse uma "coisa pessoal". Só que há muita gente a fazer isso com equipamentos electrónicos e as autoridades fazem respectivo o controlo.

 

Eu faço várias viagens intercontinentais por ano (umas 10) e sou "cliente regular" das inspecções à chegada. Inclusivamente com o próprio portatil do trabalho tive problemas por não ter factura ou declaração, apesar de claramente usado. Material fotográfico, já é praxe questionarem (da primeira vez disse que tinha comigo a factura, mas mesmo assim informaram-me que deveria ter feito a declaração). 

 

Com telefone, uma das vezes tinha um modelo mais actual e pediram a declaração. 

 

De notar que, mesmo se a chegada a PT se faz após escala na EU, o controlo continua a ser feito em PT (e sim, sabem que pessoas têm a procurar, pela origem, e têm bastante prática a fazê-lo). 


Editado por jssaraiva, 15 Janeiro 2020 - 18:27 .



Partilhar Post #6 Emanuel M

Emanuel M

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Publicado 15 Janeiro 2020 - 19:44

Eu faço poucas intercontinentais, mas faço mesmo muitas dentro da Europa e nunca me chatearam.

Já fui inspeccionado à chegada (muitas vezes quando chego à Suíça), mas só querem ver se eu tenho chouriços e bacalhau.

Nunca quiseram saber do portátil, tablet, máquina, lentes, telemóveis e relógios (viajo sempre com 3 a 4 relógios).

 

Das vezes que fiz voos intercontinentais (cabo verde, méxico, republica dominicana, por exemplo) também não tive problemas.

 

Mas acredito que nos EUA possam ser mais picuinhas, especialmente com as tecnologias.

Não sei...

 

Que tipo de problemas já tiveste, por não teres factura nem declaração (portátil de trabalho, por exemplo)?

Cumps




Partilhar Post #7 jssaraiva

jssaraiva

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    • Local: Porto

Publicado 16 Janeiro 2020 - 20:31

A história do computador foi quando ainda não estava muito habituado a estas andanças e tinha entendido mal a legislação.

Pensava que o limite dos 600 Eur era por equipamento individual, mas era pelo total. Assim, e entre equipamento fotográfico, telemóvel e computador, estava bem acima dos 600 Eur. Resolveu-se facilmente por eu ter factura do equipamento fotográfico e claramente o telefone não era novo (e não tinha o valor dos telefones dos dias de hoje) pelo que computador (que na altura de facto teria umas semanas) deixou de ser problema.

Sabia que devia fazer a declaração, mas não sabia onde exactamente. Se soubesse que era tão fácil como ir a um guichet no terminal, teria provavelmente ido lá, só que um colega comentou-me que ter as facturas seria suficiente. Sei hoje que efetivamente não é o correcto e podem não aceitar. Também passava tantas vezes no aeroporto e não era controlado, que achava que não existiria grande crise. Mas sabiam que eu e um colega estavamos a chegar de Johanesburgo via Frankfurt.

Grande parte das viagens que faço actualmente são via Zurique. Aí, mesmo estando em ligação, existe logo um controlo aduaneiro mais ou menos aleatório ainda dentro do terminal E, que fazem em algumas chegadas. Das primeiras vezes era sempre controlado, apesar de só ter aberto as malas uma vez, depois percebi como evitar ;) ainda que só pelo inconveniente após uma longa viagem, já que não arrisco trazer equipamento “à sucapa”. Aliás, mesmo no Porto já não tenho de abrir as malas há uns 3 anos, mas também não vou estar com detalhes (não, nada de ilícito associado a este comentário, mas não vou dar dicas),

Editado por jssaraiva, 16 Janeiro 2020 - 20:57 .