Eu raramente desligo o meu (sigma 500).
Estabilização de imagem: quando (não) usar
Partilhar Post #21
Publicado 22 Abril 2018 - 01:11
Anúncios
IT
Partilhar Post #22
Publicado 25 Abril 2018 - 22:18
http://www.bythom.com/nikon-vr.htm
Partilhar Post #23
Publicado 27 Abril 2018 - 10:42
Eu uso ( e já li e debati centenas de vezes ) apenas quando necessário. 99,9% está OFF.
Outra coisa que já se falou, e poucos ligam, é o tempo para a estabilização. Eu até vejo mal, mas com IS ligado sei quando posso "confiar" que aquele frame vai ficar bem... quando digo BEM, digo "sharp" como se tivesse o IS OFF e uma velocidade superior.
Partilhar Post #24
Publicado 27 Abril 2018 - 14:09
Fiz vários testes e descrevo um deles.
(...)Resultados:
Com o IS desligado, todas as fotos saíram absolutamente "sharp".
Com o IS ligado, em cerca de metade das fotos as luzes pareciam ligeiramente desfocadas, sendo que uma ou outra ficou claramente "tremida". Apenas 1 ou 2, em cada série de 10, ficaram perfeitamente "sharp"
Baseando-me na minha experiência prática, tenho uma ideia muito semelhante a esta. Quando a máquina está montada num tripé, o estabilizador ligado interfere negativamente nos resultados finais, fazendo tremer o equipamento o suficiente para que os arrastos apareçam na fotografia. Ao fim de uns quantos testes dispersos no tempo, é a conclusão a que se chega. No meu caso, noto este comportamento no conjunto Canon 6D + 24-105 f4 L.
Em resumo, sempre que a máquina está no tripé, desligo o estabilizador, sempre que não está, ligo o estabilizador (sedo que não costumo fotografar pannings). É assim que consigo melhores resultados.
Partilhar Post #25
Publicado 27 Abril 2018 - 18:02
Baseando-me na minha experiência prática, tenho uma ideia muito semelhante a esta. Quando a máquina está montada num tripé, o estabilizador ligado interfere negativamente nos resultados finais, fazendo tremer o equipamento o suficiente para que os arrastos apareçam na fotografia. Ao fim de uns quantos testes dispersos no tempo, é a conclusão a que se chega. No meu caso, noto este comportamento no conjunto Canon 6D + 24-105 f4 L.
Em resumo, sempre que a máquina está no tripé, desligo o estabilizador, sempre que não está, ligo o estabilizador (sedo que não costumo fotografar pannings). É assim que consigo melhores resultados.
Mas se estiveres a usar grandes distâncias focais vais precisar (faz jeito) dele mesmo no tripé.
Partilhar Post #26
Publicado 27 Abril 2018 - 21:15
Mas se estiveres a usar grandes distâncias focais vais precisar (faz jeito) dele mesmo no tripé.
Se o tripé estiver apenas para (ajudar a) suportar o equipamento, e não estiver a cumprir à risca a função de travar os tremeliques, então sim, faz jeito o estabilizador.
Tudo depende da adequação entre o tripé e carga que lhe colocares em cima.
IT
Partilhar Post #27
Publicado 28 Abril 2018 - 16:56
Eu uso ( e já li e debati centenas de vezes ) apenas quando necessário. 99,9% está OFF.
Pois, esta é provavelmente a opção mais segura...
Eu tenho feito ao contrário, só desligava quando tinha a máquina devidamente colocada num tripé ou numa outra superfície estável e o disparo era feito remotamente. No entanto, a aquisição de um monitor maior e de melhor qualidade, bem como o crescente interesse pela fotografia de aves (em que a ausência de detalhes finos é imediatamente evidente) levaram-me a voltar a pensar neste assunto, do qual me não ocupava há vários anos.
Assisti ao aparecimento das primeiras lentes estabilizadas, primeiro nas câmaras de vídeo, e à sua introdução no mundo da fotografia. Nessa altura fazia como dizes, 99,9% OFF. O sistema era lento, pouco fiável e interferia com o auto-focus.
A partir de finais da primeira década deste século, o IS (Canon) foi substancialmente melhorado, a todos os níveis, e passei a confiar nele. Será que confiei demais? É isso que procuro descobrir agora.
Obrigado pela participação.
Cumprimentos
IT
Partilhar Post #28
Publicado 28 Abril 2018 - 17:13
Baseando-me na minha experiência prática, tenho uma ideia muito semelhante a esta. Quando a máquina está montada num tripé, o estabilizador ligado interfere negativamente nos resultados finais, fazendo tremer o equipamento o suficiente para que os arrastos apareçam na fotografia. Ao fim de uns quantos testes dispersos no tempo, é a conclusão a que se chega. No meu caso, noto este comportamento no conjunto Canon 6D + 24-105 f4 L.
Em resumo, sempre que a máquina está no tripé, desligo o estabilizador, sempre que não está, ligo o estabilizador (sedo que não costumo fotografar pannings). É assim que consigo melhores resultados.
Obrigado pelo testemunho,
Cumprimentos
IT
Partilhar Post #29
Publicado 28 Abril 2018 - 17:37
Se o tripé estiver apenas para (ajudar a) suportar o equipamento, e não estiver a cumprir à risca a função de travar os tremeliques, então sim, faz jeito o estabilizador.
Exactamente! Se estivemos a usar um qualquer ponto de apoio, mantendo a restante "manipulação" da máquina, o IS cumpre a sua função. Qualquer movimento ou vibração que a máquina sinta será contrariada (espera-se...) pelo estabilizador. Só quando se usa "devidamente" um tripé e há ausência de movimento/vibração é recomendado que se desligue a estabilização.
Oliveira,
Na situação que descreves, caso estejas a fotografar aves em voo, deve funcionar melhor o Modo 2. Já experimentaste?
Cumprimentos
Partilhar Post #30
Publicado 28 Abril 2018 - 19:14
Sim, o modo 2 serve perfeitamente para as aves em voo. (desde que não voem como o picapau
).
Eu nunca desligo o estabilizador. Ainda hoje testei no tripé e é impossível desligar, só se for com obturador externo. Caso contrário, usar 400mm sem estabilizador é para esquecer! ![]()
Já com as lentes de curta distância focal, nem sei para que quero o estabilizador. ![]()
IT
Partilhar Post #31
Publicado 03 Maio 2018 - 17:16
Relembro que as respectivas conclusões não são necessariamente válidas para outros sistemas/marcas, nem mesmo para versões mais antigas do IS da Canon.
O IS "Mode 3", que começou por estar disponível apenas em objectivas com preços pouco "convidativos", parece ter convencido alguns dos adversários do uso do IS em "action-stopping shutter speeds".
Deixo o comentário de um utilizador do "Photography-on-the.net", conhecido adversário do uso do IS para BIF:
"As you and others know I am not a fan of IS at all! However, for some reason, I find the 100-400 Mk2 very difficult to hand hold below 1/500 sec - my 800 is not an issue at half this shutter speed!
So I have been using IS on my 100-400Mk2 for some months now. My observations are that Modes 1 and 2 are better than previous incarnations, but still more trouble than they are worth, but Mode 3 seems to work rather well for me.
Using Mode 3 on the 100-400 Mk2 I can hand hold significantly slower yet it doesn't seem to throw off AF acquisition and tracking on moving subjects by much/if at all.
So the arch IS hater has to say that Mode 3 works very nicely on this lens - well done Canon and I am eating my Hat for supper!"
Encontramos depoimentos semelhantes em qualquer pesquisa rápida, embora também haja quem continue a preferir desligar o IS, por exemplo para fotografar pequenos pássaros, com movimentos muito rápidos e irregulares.
Fica o artigo que referi:
https://www.the-digi...aspx?News=20098
Editado por mt54, 03 Maio 2018 - 17:18 .
Partilhar Post #32
Publicado 03 Maio 2018 - 17:28
Isso para mim não é novidade, sem IS a grandes distancias focais...já era! (a não ser a altas velocidades do obturador, o que requer grandes aberturas e iso´s altos) ![]()
Como disse atrás a curtas distâncias e com tripé, não sei para que serve o IS. ![]()
Editado por Oliveiravlg, 03 Maio 2018 - 17:30 .
Partilhar Post #33
Publicado 03 Maio 2018 - 19:32
Chamo a vossa atenção para um artigo sobre o estado da arte (2017) no que ao sistema de estabilização da Canon diz respeito.
Relembro que as respectivas conclusões não são necessariamente válidas para outros sistemas/marcas, nem mesmo para versões mais antigas do IS da Canon.
O IS "Mode 3", que começou por estar disponível apenas em objectivas com preços pouco "convidativos", parece ter convencido alguns dos adversários do uso do IS em "action-stopping shutter speeds".
Deixo o comentário de um utilizador do "Photography-on-the.net", conhecido adversário do uso do IS para BIF:
"As you and others know I am not a fan of IS at all! However, for some reason, I find the 100-400 Mk2 very difficult to hand hold below 1/500 sec - my 800 is not an issue at half this shutter speed!
So I have been using IS on my 100-400Mk2 for some months now. My observations are that Modes 1 and 2 are better than previous incarnations, but still more trouble than they are worth, but Mode 3 seems to work rather well for me.
Using Mode 3 on the 100-400 Mk2 I can hand hold significantly slower yet it doesn't seem to throw off AF acquisition and tracking on moving subjects by much/if at all.
So the arch IS hater has to say that Mode 3 works very nicely on this lens - well done Canon and I am eating my Hat for supper!"
Encontramos depoimentos semelhantes em qualquer pesquisa rápida, embora também haja quem continue a preferir desligar o IS, por exemplo para fotografar pequenos pássaros, com movimentos muito rápidos e irregulares.
Fica o artigo que referi:
https://www.the-digi...aspx?News=20098
Actualmente não se pode generalizar com a utilização do IS, por razões como esta. Tem evoluído muito e depende do que está implementado em cada marca e mesmo em cada lente.
Eu utilizo o IS praticamente sempre ligado, e pela minha experiência o Mode 1 ou 3 na 100-400mm II são fantásticos. Normalmente utilizo o 1. Apesar de, no meu caso, conseguir fotos nítidas sem IS com velocidades até 1/100 com essa lente (são muitos anos a virar frangos, ou seja a utilizar equipamento pesado
), o IS ajuda quase sempre. Normalmente só há duas situações em que o desligo, ou quando são passariformes pequenos e com comportamento muito irrequieto ou aves em vôo de caça com mudanças muito rápidas de direcção. Não porque o IS não ajudasse, mas porque nessas situações a velocidade de aquisição de foco é fundamental. E o delay ligeiro em que o IS entra em funcionamento não é compatível com estas situações, em que muitas vezes temos uma fracção de segundo para focar e disparar.
Nas lentes longas, mesmo com um excelente tripé, é essencial utilizar o IS. A vibração pode ser muita mesmo.
Partilhar Post #34
Publicado 03 Maio 2018 - 19:39
e diferenças entre IBIS e na lente? Alguém tem alguma opinião?
IT
Partilhar Post #35
Publicado 03 Maio 2018 - 20:33
Actualmente não se pode generalizar com a utilização do IS, por razões como esta. Tem evoluído muito e depende do que está implementado em cada marca e mesmo em cada lente.
Eu utilizo o IS praticamente sempre ligado, e pela minha experiência o Mode 1 ou 3 na 100-400mm II são fantásticos. Normalmente utilizo o 1. Apesar de, no meu caso, conseguir fotos nítidas sem IS com velocidades até 1/100 com essa lente (são muitos anos a virar frangos, ou seja a utilizar equipamento pesado), o IS ajuda quase sempre. Normalmente só há duas situações em que o desligo, ou quando são passariformes pequenos e com comportamento muito irrequieto ou aves em vôo de caça com mudanças muito rápidas de direcção. Não porque o IS não ajudasse, mas porque nessas situações a velocidade de aquisição de foco é fundamental. E o delay ligeiro em que o IS entra em funcionamento não é compatível com estas situações, em que muitas vezes temos uma fracção de segundo para focar e disparar.
Nas lentes longas, mesmo com um excelente tripé, é essencial utilizar o IS. A vibração pode ser muita mesmo.
À excepção da preferência pelo Mode 1, a tua experiência confirma o exposto no artigo.
Obrigado pela tua muito esperada (por mim falo) contribuição para esta discussão.
Abraço
Editado por mt54, 03 Maio 2018 - 20:35 .




