http://arte-factos.n...o-dia-13082015/
O dia a que queria mesmo ter ido era o segundo, para ver Linda Martini e Paus, mas não consegui.
O Festival vinga por não esconder aquilo que é: um festival orientado para as famílias e para um público que não tem por hábito ir a muitos concertos.
Muito ao contrário das minhas expectativas, até fiquei bem impressionado com o festival. Tirando um ou dois casos, os concertos foram competentes e havia-os para quase todos os gostos. O ambiente do festival é simpático (tem muita miudagem naquela idade parva, mas faz parte - já todos passámos por isso). Tem tendas giras, com lojas, artistas e entidades ligadas ao município de Almada. O campeonato de skate é um pormenor espetacular.
Camané - esta foi tirada do público. Por parvoíce minha, é um fadista a que nunca liguei nenhuma. Faço mal, porque gostei do registo dele - apesar de normalmente preferir o fado mais castiço (Marceneiro, Fernando Maurício, por aí(. Gostei muito da versão que ele fez da "Ouvi Dizer" dos Ornatos Violeta, já que embirro um bocado com a voz do Manuel Cruz.
Sem título by Ricardo Almeida, no Flickr
The Legendary Tiger Man - o artista que mais me interessava no primeiro dia. Infelizmente não era o público dele.
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Marcelo D2 com a sua mistura de hip-hop, rock, e música brasileira e uma excelente presença em palco.
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Carlão (e Sónia Tavares), o eterno nome por detrás de Da Weasel, bem disposto a tocar em casa.
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Regula. Não gostei do concerto nem da atitude.
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Miguel Araújo. É um tipo de música que me passa um bocado ao lado, mas o concerto foi mesmo muito competente e divertido - gostei.
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Tiago Bettencourt. Só tive mesmo tempo de fazer três disparos na última música, não deu para ter bem noção do concerto. Gosto dos Toranja, mas não conheço o trabalho dele a solo. É um músico com quem até simpatizo, e do pouco que vi pareceu ter sido um bom concerto.
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UHF. Passa-me completamente ao lado. Concerto aborrecido.
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Batida. Se me falassem do tipo de música que a banda faz provavelemente não ligaria muito, mas acabou por ser a revelação do festival para mim. Pegam na música Angolana e modernizam-la sem "desrespeitar" as suas raízes. Têm ainda uma componente activista, mas não daquela que chateia e se limita a mandar este e aquele à m*rd*. O vocalista tem uma postura reivindicativa, mas não é nada agressivo, é educado e simpático. Fiquei muito interessado neles, e recomendo este podcast para perceberem melhor do que se trata. https://soundcloud.c...ast-005-batida
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Sol da Caparica by Ricardo Almeida, no Flickr
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Editado por ricardoA, 18 Agosto 2015 - 00:15 .

